“Não estamos aqui em torno de bandeira partidária, escolhendo as pessoas para quem a gente vai governar. […] Isso é uma mudança na forma de fazer gestão e também na forma de fazer política, porque era muito ‘toma lá, dá cá’ e as pessoas cansaram disso. Precisamos fazer entregas e essas entregas tem que simbolizar cuidado para a nossa gente”, declarou.
“Muita gente se move apenas por eleição e pensa que a régua que mede os outros é a régua que nos mede. Na verdade, pegamos uma casa desarrumada e precisamos organizar as contas. Sem ter as contas ajustadas, a gente não conseguiria pegar a operação de crédito. (Conseguimos) empréstimo junto a bancos como a Caixa Econômica, Banco do Brasil, Banco Mundial, BID, Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics e conseguimos garantir retomada de obras paralisadas”, afirmou.
Raquel Lyra também citou a parceria com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como um dos exemplos de que ela tem priorizado a administração.
“A gente foi ao presidente Lula, aos seus ministros, garantimos a reconexão do estado com o governo federal para que a gente pudesse destravar operações de obras importantes.”
Mais à frente, a governadora voltou ao assunto gestão. Enquanto comentava ações do estado, afirmou que o governo não tem empreendido políticas públicas apenas com o objetivo de obter votos.
“Não estamos fazendo favor. Estamos fazendo política pública. E nunca é olhando para as próximas eleições. Porque é muito mais fácil, se fosse uma troca direta de voto, a gente conseguir voto de outro jeito. Mas a gente decidiu entrar no governo, e o povo me elegeu para isso, para fazer transformação”, avaliou.