Um ano sem a alegria contagiante de Gabriel Diniz

São 365 dias sem o cantor Gabriel Diniz, o famoso GD, ou o filho José Gabriel de Souza Diniz. Nesta quarta, 27, completa um ano desde que o artista morreu precocemente em um acidente de avião.

Foi em pleno auge da carreira, com a música Jenifer a todo o vapor, que Gabriel Diniz deixou a família e os fãs. Com 28 anos, já era um dos artistas ‘estourados’ Brasil afora, conhecido pela ousadia e pelo bom humor.

Na vida pessoal, sua Jenifer era a psicóloga Karoline Calheiros, que completava 25 anos. A viagem, inclusive, era para que Gabriel Diniz comemorasse a data ao lado da amada. Eele estava em Feira de Santana, na Bahia, quando decolou Para Maceió, Alagoas.

Por falta de sorte, destino, e uma tragédia confirmada, a aeronave nunca chegou, caindo em Estância, no sul de Sergipe. Até hoje, o inquérito do que causou a queda não foi concluído. Além dele, os corpos de Abraão Frias e Linaldo Xavier também foram encontrados.

Considerada o hit do Carnaval do ano passado, Jenifer e se refrão “O nome dela é Jenifer” demorou para sair das paradas de 2019. O nome do cantor foi um dos mais pesquisados durante todo o ano.

Na sua trajetória, Gabriel Diniz chegou a passar pelo Sistema Jornal do Commercio, com algumas entrevistas gravadas.

Os dias e as músicas tornaram-se lembranças do jovem que conquistou a amizade de grandes nomes. Wesley Safadão, Whindersson Nunes e o pai, Cizinato Diniz, o imortalizaram em homenagens.

 

Fonte: Blog Social 1

Músicos de Zezé Di Camargo e Luciano testam positivo para a Covid-19

De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, dois músicos que compõem a banda de Zezé Di Camargo e Luciano testaram positivo para a Covid-19, doença provocado pelo novo coronavírus.

Ainda segundo Fábia, eles apresentaram os sintomas na semana passada e, sem especificar nomes, afirma que um um dos músicos foi internado em São Paulo, mas possui um quadro estável. O outro, no entanto, segue realizando seu tratamento em casa.

Contactada, a assessoria de Zezé Di Camargo e Luciano confirmou o resultado positivo para o novo coronavírus e garantiu que eles estão prestando todo o apoio necessário aos componentes da banda. Já o show da dupla marcado para o próximo dia 29, através do YouTube, foi cancelado!

 

Fonte: Blog Social 1

Anitta diz ter sido ameaçada e chantageada por Leo Dias

Anitta usou as redes sociais nesse domingo (24) para fazer um desabafo, após desentendimento com o colunista Leo Dias. A cantora conta que passou anos sendo ameaçada e chantageada por ele. O que motivou Anitta a falar sobre o assunto foi uma matéria envolvendo a mãe da Poderosa.

Na época, a cantora desmentiu a notícia sobre a sua mãe. Irritado com Anitta, Leo teria ameaçado expor conversas antigas e que comprometeriam sua carreira, principalmente por envolver nomes de outros famosos, como Preta Gil, Pabllo Vittar, Ivete Sangalo e Marília Mendonça.

Anitta disse ter mudado ao longo dos anos e que não está mais dispostas a ceder às ameaças e chantagens, explicando que passou todo esse tempo aguentando a pressão do colunista por realmente achar que ele poderia acabar com a sua carreira, mas que atualmente ela não teme mais isso.

“Acho que o público sabe quem são as pessoas, não adianta a gente mentir. Todo mundo erra, eu erro pra caramba (…) Essa situação me desestabilizava. Agora não vou deixar mais isso acontecer”, disse Anitta, que aproveitou para mandar um recado bem direto ao jornalista.

“Prefiro lidar com a turbulência de ter áudios e conversas vazadas por você, Léo Dias, do que viver com constante medo de uma chantagem do que pode acontecer com a minha carreira ou com a minha vida. Eu tô até tremendo. Realmente decidi conviver com qualquer consequência de qualquer coisa que eu tenha falado do que conviver com um eterno medo de uma ameaça. Pode soltar qualquer coisa que você tenha sobre mim. Vou continuar sendo a pessoa que eu sou”, afirmou.

Anitta ainda falou sobre a dificuldade de lidar com dependente químico e disse que recebia mensagens agressivas dele. “Eu pensava ‘Meu Deus, o que eu faço?’. Cheguei a ajudar ele a escrever um livro sobre mim, falei sobre tratamento. Porém, realmente, me senti por diversas vezes perdida”.

Assista ao vídeo com o relato da cantora abaixo:

Vai Desmaiar@vaidesmaiar

O pronunciamento da Anitta

Vídeo incorporado

Afogados: começa hoje o pagamento dos servidores municipais

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira dá início nesta terça-feira (26) ao pagamento do funcionalismo público municipal. Segundo nota, mais uma vez com escalonamento, para diminuir o número de servidores na agência bancária em um mesmo dia.

Segundo o Secretário Municipal de Finanças, Ney Quidute, “apesar da brutal queda de receita, a Prefeitura conseguirá, esse mês, pagar em dia todos os servidores, incluindo aposentados e pensionistas”.

Hoje, terça-feira (26.05) , recebem as secretarias municipais de Administração, Agricultura, Assistência Social, Controle Interno, Cultura e Esportes, Finanças, Infraestrutura e Transportes. Recebem também nesta data, servidores vinculados à Procuradoria, Gabinete, Ouvidoria e Coordenadoria da Mulher.

Quarta-feira (27.05), recebem servidores da Secretaria de Saúde. Na quinta-feira (28.05),  Secretaria de Educação. Sexta-feira (29.05) é a vez de aposentados e pensionistas que recebem um salário mínimo e com as iniciais do primeiro nome entre as letras A e L.

Na segunda-feira (01.06),  aposentados e pensionistas que recebem 01 salário mínimo e com as iniciais do primeiro nome entre as letras M e Z. Na terça-feira (02), recebem aposentados e pensionistas que recebem até R$ 1.500.  Quarta-feira (03), é a vez de aposentados e pensionistas que recebem entre R$ 1.501 e R$ 3 mil e na quinta-feira (04), aposentados e pensionistas que recebem acima de R$ 3 mil.

Paulo Marinho presta novo depoimento nesta terça à Polícia Federal

O empresário Paulo Marinho vai ser novamente ouvido nesta terça-feira (26), no Rio de Janeiro, pela Polícia Federal. Será o terceiro interrogatório do empresário em menos de uma semana.

Na semana passada ele foi ouvido por mais de 5 horas pela própria PF na sede da superintendência. No dia seguinte, em depoimento mais curto, na sede do Ministério Público Federal.

Paulo Marinho denunciou ter acontecido, em 2018, o vazamento de uma operação da Lava Jato no Rio de Janeiro, a Furna da Onça, para beneficiar o então deputado estadual Flávio Bolsonaro — cujo gabinete foi alvo daquela investigação que virou a Alerj.

Nesta terça, Paulo Marinho vai ser ouvido na Polícia Federal do Rio de Janeiro por agentes e delegados da PF de Brasília, que estão à frente da investigação sobre a denúncia feito pelo ex-ministro Sergio Moro sobre uma suposta tentativa de interferência de Bolsonaro na corporação.

Paulo Marinho já apresentou à PF e ao MPF os depoimentos da semana passada e provas daquilo que disse ao jornal Folha de São Paulo. A suspeita já tinha sido levantada em 2018 e o caso chegou a ser investigado, mas foi arquivado por falta de provas.

Nesta segunda, Celso de Mello colocou sob sigilo os depoimentos do empresário e do chefe de gabinete de Flávio. Celso de Mello atendeu à pedido da própria Polícia Federal.

O sigilo vale também para os próximos passos da investigação a partir desses depoimentos. A decisão foi no âmbito do inquérito que investiga as denuncias do ex-ministro Sergio Moro.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

PF faz buscas contra governador do RJ, Wilson Witzel, em investigação sobre hospitais de campanha

Operação Placebo, autorizada pelo STJ, busca provas em 12 endereços. Witzel negou participar de qualquer esquema. ‘A interferência anunciada pelo presidente da República [na Polícia Federal] está devidamente oficializada’, respondeu.

A Polícia Federal (PF) iniciou na manhã desta terça-feira (26) a Operação Placebo, sobre suspeitas de desvios na Saúde do RJ para ações na pandemia de coronavírus. São 12 mandados de busca e apreensão — um deles no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador Wilson Witzel (PSC).

Resumo:

  • Witzel e sua mulher, Helena, são alvos de mandados de busca e apreensão autorizados pelo ministro Benedito Gonçalves, do STJ;
  • Governador negou participar de esquemas e ainda atacou Bolsonaro;
  • Outra operação da PF há duas semanas prendeu cinco pessoas, entre elas o empresário Mário Peixoto, que tem contratos de R$ 129 milhões com o governo do RJ;
  • Após essa operação, a Lava Jato no Rio enviou citações a Witzel para a Procuradoria-Geral da República;
  • Crimes investigados: peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. STJ autorizou depoimentos e, portanto, Witzel pode ser ouvido.

Às 8h40, agentes saíram do Palácio Laranjeiras com um malote com documentos.

Equipes da PF também foram mobilizadas para a casa onde Witzel morava antes de ser eleito, no Grajaú, e no escritório de advocacia do governador, que é ex-juiz federal.

Witzel se manifestou às 9h40 e negou participar de qualquer esquema.

“A interferência anunciada pelo presidente da República [na Polícia Federal] está devidamente oficializada. Estou à disposição da Justiça,” disse (veja a íntegra abaixo).

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), uma das principais aliadas do presidente Jair Bolsonaro no Congresso, antecipou na segunda-feira (25), em entrevista à Rádio Gaúcha, que a Polícia Federal estava prestes a deflagrar operações contra desvios na área da saúde nos estados.

O presidente Bolsonaro tem criticado Witzel — de quem foi aliado durante a campanha –, a quem chamou de ‘estrume’ em uma reunião ministerial em 22 de abril, por conta das medidas de isolamento para conter o coronavírus.

Perguntado sobre a operação nesta terça, Bolsonaro respondeu: “Parabéns à Polícia Federal. Fiquei sabendo agora pela mídia. Parabéns à Polícia Federal, tá ok?”

Questionado sobre se Zambelli sabia, emendou: “Pergunta para ela.”

Ligação suspeita

A investigação aponta ainda “vínculo bastante estreito e suspeito” entre a primeira-dama e as “empresas de interesse de Mário Peixoto” — o empresário, dono de fornecedoras para governos, foi preso na Operação Favorito, no último dia 14 (leia mais abaixo).

Helena Witzel, que possui um escritório de advocacia, tem um contrato de prestação de serviços com a DPAD Serviços Diagnósticos, segundo a investigação. O MPF relata ainda comprovantes de transferência de recursos entre a empresa.

No endereço eletrônico de dois suspeitos de integrar a organização chefiada por Mário Peixoto teriam sido encontrados “documentos relacionados a pagamentos para a esposa do governador”.

As empresas de Peixoto têm contrato com o governo desde a gestão de Sérgio Cabral (MDB) e os mantêm na de Witzel. Segundo o Ministério Público Federal, a manutenção dos acordos se deu por meio do pagamento de propina.

Gabriell Neves e Iabas também são alvo

Outros alvos da ação desta terça são Gabriell Neves, ex-subsecretário de Saúde de Witzel preso na Operação Mercadores do Caos, e o Iabas (Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde), organização social (OS) contratada pelo governo do RJ para a construção de sete hospitais de campanha no estado.

Equipes foram para a casa de Gabriell, no Leblon, e nos escritórios da Iabas no Centro do Rio e em São Paulo, onde fica a sede da OS.

A assessoria do Iabas informou por volta das 8h20 que ainda não tem informações e que se posicionará depois.

G1 também tentou contato com a defesa de Gabriell.

Aonde a PF foi

  • Palácio Laranjeiras: residência oficial do governador e da família;
  • Rua Professor Valadares, Grajaú: residência onde morava Wilson Witzel;
  • Rua Dezenove de Fevereiro, Botafogo: residência de Edmar Santos, ex-secretário de Saúde;
  • Avenida Ataulfo de Paiva, Leblon: residência de Gabriell Neves;
  • Rua da Assembleia, Centro: escritório do Iabas;
  • Rua México, Centro: sede da Secretaria Estadual de Saúde.

A operação é realizada pela equipe do SINQ (Serviço de Inquéritos) da DICOR (Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado) da Polícia Federal. O SINQ atua em inquéritos de tribunais superiores que tenham como alvos pessoas com foro nesses tribunais.

O que disse Witzel

“Não há absolutamente nenhuma participação ou autoria minha em nenhum tipo de irregularidade nas questões que envolvem as denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal.

Estranha-me e indigna-me sobremaneira o fato absolutamente claro de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais nos últimos dias uma operação da Polícia Federal direcionada a mim, o que demonstra limpidamente que houve vazamento, com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará.

A interferência anunciada pelo presidente da República está devidamente oficializada.

Estou à disposição da Justiça, meus sigilos abertos e estou tranquilo sobre o desdobramento dos fatos. Sigo em alinhamento com a Justiça para que se apure rapidamente os fatos.

Não abandonarei meus princípios e muito menos o Estado do Rio de Janeiro”.

Atrasos e suspeitas

O governo do estado anunciou R$ 1 bilhão para o combate à Covid-19. A maior parte desse orçamento — R$ 836 milhões — foi destinada para o Iabas em contratos emergenciais, sem licitação, para hospitais de campanha.

Foram prometidas sete unidades em pleno funcionamento até o dia 30 de abril, mas nenhuma foi aberta no prazo.

  1. Maracanã: aberto parcialmente dia 9, e uma ala foi ‘inaugurada’ na última sexta (22);
  2. São Gonçalo: uma inauguração foi anunciada para o dia 17, mas a unidade só deve abrir nesta quarta (27);
  3. Nova Iguaçu: deve abrir na sexta (29)
  4. Duque de Caxias: agendado para segunda (1);
  5. Nova Friburgo: prometido para 7 de junho;
  6. Campos dos Goytacazes: deve abrir em 12 de junho
  7. Casemiro de Abreu: o mais atrasado, programado para abrir dia 18 de junho.

Desse montante — e antes de ter recebido o primeiro leito dos sete hospitais contratados —, o estado já tinha adiantado R$ 256 milhões, em três levas:

  • Uma de R$ 60 milhões, paga em duas vezes, nos dias 13 e 15 de abril, sem especificação de onde seria o usado o dinheiro;
  • Uma de R$ 68 milhões, para pagar respiradores e finalização da montagem dos hospitais;
  • E outra parcela, no valor de R$ 128,5 milhões.

Suspeitas de irregularidades nesses contratos emergenciais tinham motivado duas operações até então.

  1. Mercadores do Caos, da Polícia Civil do RJ e do Ministério Público do RJ, sobre respiradores;
  2. Favorito, da PF, sobre tentativa de fraudar mais contratos.

Mercadores do Caos

Na primeira, investigada pelo estado, foram presas cinco pessoas, em duas etapas.

  1. Gabriell Neves, subsecretário de Saúde do estado, exonerado antes da prisão;
  2. Gustavo Borges, que sucedeu Gabriell na pasta, exonerado depois da operação;
  3. Aurino Filho, dono da A2A, uma empresa de informática que ganhou contrato para fornecer respiradores ao estado;
  4. Cinthya Silva Neumann, sócia da Arc Fontoura;
  5. Maurício Fontoura, controlador da Arc Fontoura e marido de Cinthya.

Três empresas — a Arc Fontoura, a A2A e a MHS Produtos — são investigadas por suposta fraude na compra de mil respiradores. Somente 52 foram entregues, mas com especificações diferentes.

A suspeita é que houve vantagem indevida nos contratos, cujo valor total é de R$ 183,5 milhões.

G1 mostrou que o governo pagou R$ 33 milhões adiantados às três empresas. Parte do pagamento adiantado ocorreu em uma hora.

A Operação Favorito

Em mais uma etapa da Lava Jato no RJ, a Polícia Federal prendeu no último dia 14 o ex-deputado estadual Paulo Melo, o empresário Mário Peixoto e outras três pessoas.

Peixoto e Melo, que já foram sócios, acabaram presos porque surgiram indícios de que o grupo do empresário estava interessado em negócios nos hospitais de campanha do RJ.

Segundo as investigações, mesmo antes da contratação, planilhas de custos já estavam sendo confeccionadas — o que levantou a suspeita de fraudes no processo.

Peixoto é dono de empresas que celebraram diversos contratos, como o de fornecimento de mão de obra terceirizada, com os governos estadual — desde a gestão de Sérgio Cabral, cresceu durante o governo de Luiz Fernando Pezão e presta serviços ao governo de Wilson Witzel — e está em unidades do governo federal.

Bolsonaro deixa evento por videoconferência e decide se encontrar pessoalmente com procurador-geral

Presidente acompanhava virtualmente uma cerimônia na procuradoria, mas decidiu se convidar para ir ao local. Procurador-geral, Augusto Aras, é responsável pelo inquérito que investiga interferência de Bolsonaro na PF.

O presidente Jair Bolsonaro saiu do Palácio do Planalto nesta segunda-feira (25) e fez uma visita-relâmpago à sede da Procuradoria-Geral da República (PGR) para cumprimentar o procurador Carlos Vilhena, que tinha acabado de tomar posse como chefe da Procuradoria do Cidadão. Lá Bolsonaro encontrou também o procurador-geral da República, Augusto Aras.

Inicialmente, Bolsonaro acompanhava a cerimônia da posse de Vilhena por videoconferência. Em razão da pandemia do novo coronavírus, o evento foi transmitido pela internet, tanto para convidados quanto para a imprensa.

Em determinado momento, ao falar com Aras pelo vídeo, Bolsonaro se convidou para ir pessoalmente à PGR.

“Se me permite a ousadia, se me convidar vou agora aí apertar a mão desse nosso novo integrante desse colegiado maravilhoso da Procuradoria-Geral da República”, disse o presidente.

Aras afirmou que o receberia “com a alegria de sempre”.

O procurador-geral é o responsável por decidir se apresenta ou não denúncia à Justiça no inquérito que investiga a denúncia de interferência de Bolsonaro na Polícia Federal. Só após o procurador-geral apresentar a denúncia, o Supremo Tribunal Federal (STF) pode abrir um processo.

Aras também vai analisar, a pedido do ministro Celso de Mello, relator do inquérito no STF, solicitação de partidos políticos para que o telefone celular de Bolsonaro seja apreendido.

Quando Bolsonaro chegou à PGR, a cerimônia já havia terminado. Após cumprimentar pessoalmente Vilhena, Aras e outros integrantes do MPF, o presidente retornou ao Planalto.

Saídas de Bolsonaro

Pouco depois de ter voltado ao Planalto, Bolsonaro saiu novamente, dessa vez ele foi ao Ministério da Defesa.

Nas últimas semanas, Bolsonaro tem incluído saídas por Brasília e cidades próximas em sua agenda. Crítico do isolamento social, ele argumenta que ninguém pode dizer aonde ele pode ou não ir. O isolamento social é recomendado pelas autoridades sanitárias como medida para desacelerar o contágio pelo coronavírus.

No fim de semana, por exemplo, Bolsonaro percorreu ruas da capital e comeu um cachorro-quente em uma barraca. A exemplo de outras vezes em que andou pela cidade, ele causou aglomerações, o que agrava o risco de contágios pelo vírus, de acordo com organizações de saúde.

EUA suspendem entrada de estrangeiros que passaram pelo Brasil

O presidente Donald Trump assinou neste domingo (24) um documento que proíbe a entrada nos EUA de estrangeiros que tenham estado no Brasil nos últimos 14 dias como mais uma medida para tentar conter o avanço do coronavírus.

Esperava-se o anúncio de uma restrição dos voos com origem no Brasil –que já tinha sido cogitada publicamente diversas vezes pelo presidente americano, mas até este fim de semana ainda não havia um plano concreto na Casa Branca neste sentido.

O documento deste domingo é mais amplo: engloba todos os estrangeiros que tenham passado pelo território brasileiro nas últimas duas semanas. Há exceções para os portadores de green cards (residência permanente nos EUA) e para os cônjuges de americanos residentes no país.

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Um funcionário do alto escalão do governo Trump afirmou que os EUA estão considerando continuamente opções de proteção aos americanos, limitando a transmissão do vírus por meio das viagens, e que, portanto, Brasil e outros países poderiam entrar em algum momento no escopo das restrições.

O governo brasileiro, por sua vez, estava em contato diário com autoridades americanas e sabia que a Casa Branca e o Departamento de Estado monitoravam com preocupação a situação do Brasil, com casos e mortes confirmadas por Covid-19 aumentando em ritmo vertiginoso.

Diplomatas brasileiros afirmam que, depois de os EUA suspenderem voos da China e da Europa, quando estes eram o epicentro da pandemia, esperavam que as restrições ao Brasil chegariam mais cedo ou mais tarde.

Mesmo assim, houve esforços da chancelaria brasileira nas últimas semanas para tentar evitar que a medida fosse implementada a voos do Brasil, justificando que transporte aéreo estava sendo utilizado quase que somente para cargas e repatriação de cidadãos.
Desde março, o governo americano colocou o cenário brasileiro no radar e tem cogitado vetar os voos que chegam do país. Conforme o quadro ia se agravando, as chances da suspensão aumentavam.

Na sexta-feira (22), a OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou que a América Latina era o novo epicentro da pandemia, e o Brasil era o país mais preocupante, com 20 mil mortes e 310 mil casos confirmados. Dois dias depois, Trump resolveu anunciar o veto à entrada de quem passou pelo território brasileiro.

Na semana passada, o presidente americano havia dito que cogitava suspender voos do Brasil, porque não queria “pessoas infectando nosso povo”. “Eu me preocupo com tudo, eu não quero pessoas vindo para cá e infectando nosso povo”, afirmou Trump. Era a segunda vez em poucos dias que falava do assunto.

Horas depois, o embaixador brasileiro nos EUA, Nestor Forster, disse que não havia até então nenhuma decisão sobre o cancelamento das rotas ou imposição de restrições aos brasileiros que quisessem viajar aos EUA.

“Brasil e EUA seguem cooperando amplamente na resposta à pandemia. As autoridades americanas avaliam de forma permanente e rotineira a situação dos voos que chegam ao país, assim como o Brasil tem feito. Não há, no momento, nenhuma nova decisão quanto a cancelamento de conexões aéreas com o Brasil nem de imposição de restrições a este respeito”, disse Forster.

Os EUA têm hoje mais de 1,5 milhão de casos e 95 mil mortes, e a chegada de americanos ao Brasil está vetada há pouco mais de um mês.

A medida que impede a entrada de voos do Brasil nos EUA e similar à que os americanos impuseram à China e a países da Europa desde março. Nestes casos, só americanos ou estrangeiros com residência permanente nos EUA podem entrar no país vindo de nações sob restrição.

Trump evita criticar o presidente Jair Bolsonaro publicamente, mas fala da situação da pandemia no Brasil há semanas com gravidade e preocupação. Bolsonaro tem sido um dos poucos líderes da América Latina –e do mundo– a minimizar a gravidade da Covid-19. O presidente brasileiro chegou a compará-la a uma gripezinha.

O presidente americano também já havia dito que sua principal preocupação com o aumento de casos no Brasil era na Flórida, que costuma receber muitos brasileiros, e é um estado-chave na campanha para sua reeleição, com muitos latinos conservadores.
Durante um encontro em 28 de abril com o governador da Flórida, o também republicano Ron DeSantis, Trump levantou a hipótese de proibir os voos do Brasil.

“O Brasil está tendo um grande surto. Eles foram por um caminho diferente do da maioria da América do Sul. Quando você olha os gráficos, infelizmente percebe o que está acontecendo com o Brasil”, afirmou ele durante a reunião.

Na ocasião, o líder americano disse que provavelmente iria impor medidas para obrigar turistas brasileiros a passarem por testes rápidos de detecção de Covid-19 e a terem suas temperaturas medidas antes de embarcarem em direção ao território americano –nada disso foi implementado.

Hoje há 13 voos semanais em operação entre Brasil e EUA, com destino à Flórida e ao Texas. As empresas podem continuar operando as rotas, mas os passageiros que se encaixarem na nova medida não poderão entrar nos EUA.

Confira os lançamentos da Netflix para junho

O catálogo do mês vem recheado de clássicos e novidades

Com a quarentena, o hábito de assistir filmes, maratonar séries e ver documentários aumentou bastante. Por isso, separamos os lançamentos a Netflix para o mês de junho, dos originais a conteúdos licenciados. Tem novas temporadas de séries, filmes clássicos dos anos 90, filmes de ação, documentários e comédia stand-up. Confira:

Séries (e Originais da Netflix)

(02/6/2020) Fuller House — Episódios finais

(02/6/2020) Modern Family — Temporadas 7 a 10

(05/6/2020) Perdida

(10/6/2020) Reality Z

(12/6/2020) A Busca

(12/6/2020) F is for Family — Temporada 4

(14/6/2020) Marcella — Temporada 3

(17/6/2020) Professor Iglesias — Parte 2

(19/6/2020) Coisa Mais Linda — Temporada 2

(19/6/2020) The Politician — Temporada 2

(19/6/2020) The Sinner — Jamie

Reality Shows (e Originais da Netflix)

(01/6/2020) Jogo de Titãs — Temporada 1

(01/6/2020) Keeping up with the Kardashians — Temporadas 1 e 2

(01/6/2020) The Real Housewives of Beverly Hills — Temporadas 1 e 2

(01/6/2020) Top Chef — Temporada 1

(05/6/2020) Queer Eye — Temporada 5

(12/6/2020) Namoro, Amizade… ou Adeus? — Temporada 2

(19/6/2020) Jogo da Lava

(24/6/2020) Crazy Delicious

(Em breve) RuPaul’s Drag Race — Temporada 12

(01/6/2020) Midnight Diner — Temporadas 1 a 3

 

Filmes (e Originais Netflix)

(01/6/2020) Amor Sem Escalas

(01/6/2020) Escritores da Liberdade

(01/6/2020) Homens, Mulheres e Filhos

(05/6/2020) The Last Days of American Crime

(12/6/2020) Destacamento Blood

(19/6/2020) Expresso do Destino

(19/6/2020) Feel the Beat

(19/6/2020) Wasp Network — Prisioneiros da Guerra Fria

(26/6/2020) Festival Eurovision da Canção — A Saga de Sigrit e Lars

(26/6/2020) Mulher-Maravilha

(30/6/2020) A Torre Negra

(30/6/2020) Branca de Neve e o Caçador

(30/6/2020) Em Ritmo de Fuga

Clássicos dos anos 90

(01/6/2020) Invasão de Privacidade

(01/6/2020) O Show de Truman — O Show da Vida

 

Ingazeira, Solidão e Brejinho: os únicos municípios do Pajeú livres do Coronavírus

Foto: Wellington Júnior

Três cidades do Pajeú deixaram a lista dos municípios sem registro de casos de Covid-19: Calumbi, Flores e Santa Cruz da Baixa Verde.

Adriano Vieira, Secretário de Saúde de Flores explicou durante live, no sábado (23) – dia em que recebeu a oficialização do teste positivo, que o paciente foi contaminado em outro município.

Na seleta lista de municípios sem registro de Covid-19 estão apenas Ingazeira, Solidão e Brejinho.

 

Fonte: Blog do Nill Júnior

Polícia Federal oficia Secretaria de Saúde do Recife sobre compra de insumos de saúde

A Polícia Federal em Pernambuco oficiou, nesta sexta-feira (22), a Secretaria de Saúde do município do Recife para apresentar documentação sobre a aquisição de máscaras cirúrgicas, toucas, aventais descartáveis e cama hospitalar após dispensa de licitação que supera R$ 15 milhões. Segundo levantamentos preliminares da Controladoria Geral da União (CGU), o valor licitado é aproximadamente 53 vezes maior que o Capital Social da empresa contratada gerando, assim, dúvidas quanto a capacidade operacional de arcar com o contrato firmado.

Policiais federais também diligenciaram na sede da empresa a fim de verificar seu efetivo funcionamento e regularidade da entrega dos bens adquiridos. Procurada pela reportagem, a assessoria de Imprensa não quis divulgar o nome da empresa investigada.

Em nota, a Secretaria de Saúde do Recife informou que não houve qualquer tipo de operação da Polícia Federal na sede da Prefeitura e esclarece que os contratos de fornecimento de camas, máscaras, aventais e toucas com a empresa Delta Med cumprem toda legislação e que os preços praticados estão de acordo com o mercado.

A Secretaria ainda esclareceu que a empresa está fazendo as entregas conforme cronograma pactuado. “As informações serão enviadas no prazo estabelecido no pedido de informações. Antes mesmo de receber o ofício, a Prefeitura do Recife já havia enviado, desde abril, por decisão própria, os processos para o Tribunal de Contas do Estado, assim como está fazendo com todos os processos de aquisição da covid-19”, completou.

Organizações evangélicas repudiam Bolsonaro e manifestam apoio à ciência

 

Uma carta assinada por 34 organizações e movimentos evangélicos pede afastamento de Jair Bolsonaro (sem partido) da presidência, defende o isolamento social para conter a pandemia do novo coronavírus, apoia a ciência e pede que igrejas fiquem com as portas fechadas.

 

O presidente foi eleito com amplo apoio de fiéis e líderes do segmento religioso. Mas parte dos evangélicos afirma que Bolsonaro tem se comportado de forma antiética e “dado provas de que não está à altura do cargo”.

 

O documento intitulado “O governante sem discernimento aumenta as opressões – Um clamor de fé pelo Brasil” afirma que o governo federal “atenta contra a vida humana ao invés de praticar a justiça e compaixão pelos pobres”, se referindo a uma passagem bíblica.

 

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As organizações também declaram apoio às universidades e aos centros de pesquisa, aos pesquisadores e cientistas, e dizem repudiar os pronunciamentos de Bolsonaro contrários às recomendações de especialistas da saúde.

 

“Reconhecemos a ciência como dom de Deus para cuidar da vida humana e toda a sua criação. A fé e a ciência são aliadas, caminham juntas e exaltam o poder divino”, diz o texto. “Nossa gratidão e solidariedade para com os profissionais de saúde que têm experimentado grande desgaste físico e emocional.”

 

As entidades também manifestam solidariedade e luto pelos 20 mil mortos por Covid-19 no país e pedem que igrejas não promovam cultos públicos, com aglomeração, mas sim usem suas estruturas para ajudar no enfrentamento da pandemia.

 

Na periferia da capital paulista, algumas igrejas evangélicas mantêm cultos presenciais, como a Plenitude do Trono de Deus, em Guaianases (zona leste), a igreja Paz e Vida, em Cidade Ademar (zona sul), além de várias unidades da Deus é Amor e a Adap (Assembléia de Deus Ministério Apostólico), em Poá, na Grande São Paulo.

 

Também há igrejas que adotaram os cultos online e outras que fecharam o espaço para aglomerações, mas o deixam aberto para quem procura.

 

As igrejas obtiveram em decreto presidencial, contestado na Justiça, o status de atividade essencial na pandemia, o que permite que continuem recebendo público.

 

A carta cobra que prefeituras e governos estaduais garantam o isolamento social.

 

“Não há nenhuma razoabilidade em se opor a crise na saúde à crise econômica. É falsa tal divisão. Não se pode minimizar uma situação de pandemia em favor de lucros”, afirma o texto.

 

O grupo propõe ainda que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proceda o julgamento das Ações de Investigação Judicial que pedem a cassação da chapa de Bolsonaro e do seu vice, Hamilton Mourão, em razão da disseminação de fake news durante a campanha eleitoral.

 

“Convidamos irmãs e irmãos a se juntar nesse clamor de fé e ação pelo Brasil”, pede a carta.

 

Entre os que assinam estão a Aliança de Batistas do Brasil, Cristãos Contra o Fascimo, Comunidade Cristã da Lapa, Congrega, Cristãos pela Justiça, Evangélicos pela Justiça, Evangélicos Trabalhistas (ligados ao PDT), Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, Instituto Guarani, Liberta, Missão Aliança, Nossa Igreja Brasileira, Movimento Negro Evangélico e Núcleo de Evangélicas e Evangélicos do PT.

 

Os evangélicos, no entanto, tendem a avaliar de forma mais positiva o presidente Bolsonaro e a relativizar a pandemia do coronavírus, de acordo com pesquisa Datafolha feita no início de abril.

 

O índice de ótimo ou bom atribuído à condução da crise pelo presidente passa de 33% na população em geral para 41% quando considerados apenas os evangélicos. Os entrevistados desse ramo cristão também são menos favoráveis à hipótese de renúncia do presidente –o índice cai de 37% na população em geral para 30% nesse recorte.

 

Enquanto na população em geral 37% consideram que a população deve sair para trabalhar, em vez de permanecer em isolamento, entre evangélicos esse número sobe para 44%.

 

Bolsonaro em seu governo costuma fazer gestos ao segmento religioso, como comparecer a eventos, e já falou em nomear para o Supremo Tribunal Federal um ministro “terrivelmente evangélico”. O presidente se declara católico, mas sua mulher, Michelle, é evangélica.

 

Nilza Valéria, integrante da coordenação nacional da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, uma das signatárias da carta, critica o novo protocolo do Ministério da Justiça sobre o uso da cloroquina, divulgado nesta quarta-feira (20). “Não é o presidente que determina o medicamente que deve ser usado.”

 

Caio Marçal, membro da coordenação nacional da Rede Fale, que também assina a carta, afirma que existe um falso dilema de que a religião se oporia à ciência. “O saber é divino. Quando se trabalha contra a ciência, se desmerece a ação criativa dada por Deus aos seres humanos pra que possam desenvolver métodos de proteção das vidas.”

 

Para os dois, a religião assume papel fundamental em um momento de pandemia. “Com a fé, eu consigo ter consolo, esperança. E as igrejas sempre foram agências de socorro em momentos de tragédias sociais, doando cestas básicas, apoiando as famílias”, diz Nilza.

 

Caio lembra que as igrejas têm forte presença nas periferias. “Elas poderiam facilitar a inserção de famílias pobres no acesso às possibilidades de receber auxílio em meio a pandemia. Contudo, a desinformação e a disseminação de fake news, inclusive promovidas por Jair Bolsonaro, têm colocado a vida de nossos irmãos e irmãs em risco”, afirma.

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