Após um ano de governo, Onyx fala em ‘novo Brasil’: ‘Governo fala pouco, trabalha quieto e produz muito’

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou, nesta terça-feira (31), que um “novo Brasil” começou a nascer em 2019. Em entrevista ao Jornal da Manhã, ele fez um balanço do primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro e falou sobre a relação com a imprensa, a aprovação da reforma da Previdência e da lei da Liberdade Econômica e sobre trabalho da equipe de ministros.

Para Onyx, os maior feito do ano foi a recuperação da confiança interna e externa para/com o Brasil. “O grande mérito desse ano, de todo o trabalho do presidente Jair Bolsonaro e sua equipe, é a recuperação na confiança interna – basta ver os números do último trimestre do setor de serviços, indústria, agronegócio, comércio – e externa, pelo fantástico interesse que grandes investidores tem no Brasil. Nós, da Casa Civil, que coordenamos o PPI [Programa de Parcerias e Investimentos], por exemplo, realizamos 36 leilões e arrecadamos meio trilhão de reais. É um novo Brasil que está nascendo”, avaliou.

De acordo com ele, a aprovação, principalmente, da lei da Liberdade Econômica, foi o principal fator que contribuiu para essa retomada de confiança e para o sucesso dos primeiros 365 dias de gestão. “O mais importante é a lei da Liberdade Econômica porque muda o posicionamento. Nos Estados Unidos, o cidadão tem razão diante do agente público até que esse agente demonstre o contrário. No Brasil, o cidadão sempre foi súdito – a República veio, mas foi um movimento da elite. O primeiro presidente a colocar o cidadão como centro de tudo é o Bolsonaro. É um marco histórico que as pessoas vão perceber com o tempo”, disse.

O ministro também citou a reforma da Previdência que, segundo ele, “resolveu fiscalmente o Brasil” e deu “previsibilidade” ao país, uma “palavra mágica do mundo dos investimentos”.

Onyx não poupou elogios ao presidente da República. “A eleição de Bolsonaro equilibrou o Brasil, que foi, durante três décadas, torto para a esquerda – começou com Fernando Henrique Cardoso e terminou com a tragédia de Lula e Dilma. O Brasil não tinha direita, e o presidente Bolsonaro levanta a direita no país, reequilibra o jogo político. A democracia está equilibrada: tem direita e esquerda”, afirmou.

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