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Monthly Archives: junho 2019

Pesquisa mostra que 44% da população apoia total ou parcialmente a reforma da Previdência

De acordo com uma pesquisa do Ibope, contratada pelo Centro de Liderança Pública (CLP), a reforma da Previdência é apoiada – total ou parcialmente – por 44% da população. Destes, 25% se dizem parcialmente e 19% totalmente a favor. Outros 49% são contrários ao texto e 7% não souberam responder.

A pesquisa foi a campo entre 23 e 27 de maio e soma 2.002 entrevistas, com margem de erro de 2 pontos porcentuais para baixo ou para cima. O levantamento tem abrangência nacional e escutou pessoas de capitais, periferia e interior.

O Ibope mostra que a maior parte dos entrevistados, 82% do total, acredita que é necessário fazer algum esforço para garantir a aposentadoria das gerações futuras. A maior parte, contudo, 58% do total, diz que aceita que as regras mudem desde que isso crie um ambiente de taxas de juros mais baixas, menor inflação e mais emprego. Outros 37% não aceitam novas regras nem mesmo sob as condições acima.

A percepção de que uma melhor condição de juros, inflação e emprego pode ser uma boa troca para as mudanças nas regras previdenciárias é mais forte entre evangélicos (58%) e brancos (61%). Entre católicos e entre pretos e pardos, o porcentual de quem concorda com a afirmação acima é de 55%, em ambos os casos

A maior parte dos brasileiros acredita que a economia proveniente de uma reforma da Previdência deve ser investida em áreas-chave como saúde, educação, transporte e obras.

A percepção de que os recursos devem ser utilizados para pagar aposentadorias é mais forte entre os mais velhos, acima dos 45 anos, e no Sul e Sudeste. Mesmo assim, a percepção que prevalece em todas as faixas é a de que o dinheiro deve ser direcionado para saúde, educação e transporte.

Pontos específicos

O levantamento mostra ainda que a fixação de alguma idade mínima é aceita por 75% dos entrevistados. O patamar sugerido pelo governo, de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, é apoiado por 62% e 61% dos brasileiros, respectivamente. Já a capitalização divide o público ouvido: 45% dos entrevistados são favoráveis, enquanto 46% preferem seguir no regime de repartição

Em relação às aposentadorias especiais, a pesquisa mostra que 51% dos entrevistados concordam que professores parem de trabalhar mais cedo. A proposta de que seja fixada uma idade mínima de 60 anos, contudo, tem aceitação de 58% dos brasileiros, segundo a pesquisa.

O levantamento mostra ainda que a maior parte dos entrevistados, 79%, quer que políticos, servidores e trabalhadores da iniciativa privada tenham as mesmas regras de aposentadoria. Outros 18% creem que as carreiras podem ter formatos diferentes para se aposentar. Essa percepção é forte em todas as faixas etárias e regiões do país, mas tem destaque principalmente no Sudeste (84%), entre homens (81%), com mais de cinco salários (86%) e na faixa etária entre 25 e 44 anos (81%).

No recorte por região, a pesquisa mostra que a principal resistência à reforma se encontra no Nordeste. É a região que tem taxa de rejeição superior à de aceitação.

 

Fonte: Blog do Wellington Júnior/Com informações do Estadão Conteúdo

Ex Limão com mel, Batista Lima sofre acidente com esposa no sertão

O cantor de forró Batista Lima, ex-vocalista da banda Limão com Mel, sofreu um acidente de carro nesta segunda-feira (17), durante ida para Caruaru (PE). “Um susto e um livramento de Deus”, definiu o cantor em vídeo (Assista aqui). Quem dirigia o veículo durante o ocorrido era a esposa do forrozeiro.

Durante tráfego de Salgueiro para Caruaru, pela BR-232, com chuvas, um motorista que estava na frente do carro do cantor com a esposa fez uma ultrapassagem de forma brusca e retornou para a via onde trafegava o carro Batista. O acidente aconteceu mais precisamente próximo ao município de Sertânia, no Sertão do Moxotó.

O veículo acabou batendo na lateral do carro de Batista Lima e o carro desceu uma ribanceira. “O carro voo. Descemos o meio fio. Não tinha árvores, só galhos”, detalha o cantor.

Batista conta ainda que os airbags do veículo foram acionados. Braços doloridos e alguns arranhões ficaram no corpo do cantor. Ele chegou a ser atendido na cidade de Custódia (PE). Apesar do susto, o casal está bem.

 

Fonte: Diário do Nordeste

Gustavo Montezano é novo presidente do BNDES

G1

O ministro Paulo Guedes escolheu o engenheiro e economista Gustavo Henrique Moreira Montezano para presidir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) em substituição a Joaquim Levy, que pediu demissão neste domingo.

Montezano é o atual secretário especial adjunto de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia.

Na presidência do BNDES terá como prioridades privatizações, desinvestimentos, Infraestrutura, saneamento e reestruturação financeira de estados e municípios.

De acordo com integrantes do governo, o substituto de Joaquim Levy também deverá ter como objetivos devolver à União parte dos recursos emprestados ao BNDES, além de buscar investimentos no exterior e abrir o que o presidente Jair Bolsonaro chama de “caixa preta” do banco – empréstimos feitos a países como Venezuela e Cuba para investimento em infraestrutura.

Ele é mestre em Economia pela Faculdade de Economia e Finanças do Ibmec-RJ e graduado em Engenharia pelo Instituto Militar de Engenharia (IME-RJ). Foi sócio do Banco Pactual, pelo qual atuou como diretor-executivo da área de commodities em Londres e anteriormente como responsável pela área de crédito, resseguros e “project finance”. Iniciou carreira como analista do Opportunity, no Rio de Janeiro.

Depois de 31 dias, chuva voltou a cair no Pajeú

A última chuva havia caído em 16 de maio durante a madrugada. Trinta e um dias depois o tempo mudou e a chuva caiu em várias cidades da região do Pajeú na tarde e noite de ontem e madrugada de hoje. Segundo levantamento do radialista Anchieta Santos, no Programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú 104,9 FM, chuvas foram registradas em Afogados da Ingazeira somando 15 milímetros, Carnaíba, com 13 milímetros, Tabira, Santa Terezinha, Iguaracy, Ingazeira, Tuparetama, Solidão, Jabitacá, Ibitiranga e Água Branca, na Paraíba.

Ouvintes do programa anunciaram a ocorrência de chuvas nas comunidades rurais de Paulo Ferro com 40 milímetros, Riacho do Peixe, com 9 milímetros, Capim Grosso 10 milímetros, Caldeirão Dantas, Torrões, Queimadas, Pau Leite, Favela, Fazenda Nova, Riacho Fundo, Santo Antônio, Covoadas, Calderão, Várzea, Leitão, Queimada Grande, Queimadas, Poço de Pedra, Cacimba Velha, Riacho do Peixe e Poço da Volta.

Ainda Vaca Morta, Barbalho, Salgadinho, Gangorra, Serrinha, Macambira de Sertânia, Monte Alegre, Boqueirão, Curral Velho dos Pedros, Ibitiranga, São João Novo e Velho, Jatobá, Castanheira de Tavares, Pelo Sinal, Leitão, Escada, Novo Pernambuco, Baixio de Carapuça e Riacho da Onça. Segundo os agricultores a chuva chega em boa hora para salvar plantações de feijão. A colheita do milho já foi feita. Para hoje a previsão é de mais chuva no Sertão do Pajeú.

 

Fonte: Blog do Nill Junior 

Paulo Guedes conversou com Joaquim Levy sobre sua demissão do BNDES

O ministro da Economia, Paulo Guedes, conversou neste domingo (16) com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)Joaquim Levy, sobre o pedido de demissão do economista do banco de fomento.

A conversa entre Levy e Guedes ocorreu no início da manhã deste domingo. O diálogo foi cordial e “houve muita concordância”, segundo uma fonte.

Levy entregou seu pedido de demissão do cargo ao ministro após ser alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro nesse sábado (15), em função da nomeação do advogado Marcos Barbosa Pinto para o cargo de diretor de Mercado de Capitais do banco de fomento. Bolsonaro afirmou que Levy estava “com a cabeça a prêmio há algum tempo”.

“Levy nomeou Marcos Pinto para função no BNDES. Já estou por aqui com o Levy”, disse o presidente. “Falei para ele: [Levy] demite esse cara na segunda ou eu demito você [Levy] sem passar pelo Guedes [ministro da Economia]”, continuou.

Barbosa Pinto trabalhou como assessor do BNDES durante o governo PT, de 2005 a 2007, o que irritou Bolsonaro. No entanto, o próprio Levy foi ministro da Fazenda de Dilma Rousseff.

Em nota distribuída à imprensa na manhã deste domingo, Levy confirmou que entregou seu pedido de desligamento do BNDES ao ministro da Economia. No comunicado, ele deseja a Guedes “sucesso nas reformas”.

*Com Estadão Conteúdo

“Temos um arquivo colossal”, diz editor do Intercept

Editor-executivo do “The Intercept Brasil”, Leandro Demori afirma em entrevista exclusiva ao O POVO que os arquivos obtidos pelo site jornalístico sobre diálogos entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol contêm “centenas e centenas” de áudios, mensagens e vídeos. Neles, antecipa o jornalista, as evidências revelam uma zona cinzenta da maior operação de combate à corrupção da história do País: a Lava Jato. De acordo com Demori, “não há dúvida em relação à autenticidade” dos arquivos que vêm causando estupor no País.

O POVO – Há uma quase ansiedade em relação aos próximos capítulos da série Vaza Jato, do “The Intercept Brasil”. Qual é a real dimensão do conteúdo que vocês têm em mãos?

Leandro Demori – A gente não está falando sobre o tamanho do arquivo. Não posso responder isso. O que posso dizer é que é um arquivo muito grande, um arquivo colossal, e que foram centenas e centenas de diálogos de grupos e de situações. Estamos falando aí de anos, praticamente a maior parte dos anos da Operação Lava Jato. É realmente muito grande, já fizemos um sobrevoo até agora, já conseguimos mergulhar um pouco mais, mas é um trabalho de longo prazo. É uma maratona, não é uma corrida de 100 metros.

OP – Há prognóstico de novos conteúdos ainda nesta semana?

Demori – O Intercept não está falando nem quais são as próximas matérias nem quais são as próximas pessoas diretamente envolvidas, não está divulgando prazos ou datas. Não fizemos isso. Não estamos fazendo isso para evitar especulações, porque é um assunto delicado que trata de interesses públicos e que mexe com muita coisa. O que fizemos nesta semana foi publicar os contextos dos fatos de uma das reportagens, que era aquela reportagem que mostrava os diálogos do ex-juiz Sergio Moro e do procurador Deltan Dallagnol.

OP – Adotou-se uma postura, comum ao Intercept, que foi publicar na íntegra os diálogos com o contexto. Isso vai ser seguido nas próximas reportagens? Vão sempre publicar a integra dos conteúdos?

Demori – A gente vai publicar sempre tudo que for possível, mantendo a intimidade e a privacidade das pessoas, e mantendo também algumas histórias que eventualmente estejamos apurando. Essa é a estratégia.

OP – Até agora, uma parte dos veículos de imprensa deu mais importância à origem das mensagens e ao modo pelo qual elas foram obtidas do que propriamente ao conteúdo. Como avalia isso do ponto de vista jornalístico?

Demori – Olha, pra mim isso tudo é mau jornalismo. O que interessa mais à população brasileira, ou seja, o que tem maior interesse público nesse debate? É a isso que se diz jornalismo. Jornalismo é uma profissão que lida fundamentalmente com interesse público. A gente serve à sociedade. Portanto, jornalismo é um serviço. O que tem mais interesse público neste momento no País: saber como operaram procuradores e o juiz da maior ação de combate à corrupção da história do Brasil? Ou você ficar especulando se houve ataque hacker de celular de x, y ou z? Quem define a linha editorial a partir das especulações não está servindo ao interesse público. Se não serve ao interesse público, faz mau jornalismo. Os motivos, não sei.

OP – O senhor acha que cabia ao site, e de modo geral ao jornalista, essa preocupação com a origem da informação? Vocês, em algum momento, chegaram a se perguntar se deveriam ou não publicar esse conteúdo?

Demori – Nós não estamos falando sobre a nossa fonte, então não dá informação sobre isso. Mas, nesse caso, a gente adotou o mesmo padrão de qualquer outro caso, que é o mesmo padrão adotado pelo melhor jornalismo feito no mundo inteiro, que é: você recebe uma informação, um pacote de documentos, verifica a autenticidade e verifica se existe interesse público naquilo. A partir do momento em que os documentos são autênticos e são de interesse público, você faz uma apuração consistente em cima para não cometer nenhuma injustiça. E, depois, você leva isso a conhecimento público. É assim que se faz bom jornalismo no New York Times, no The Guardian, no Washington Post, no La Republica, no Le Monde Diplomatique e na melhor imprensa europeia e norte-americana. Então foi exatamente isso que a gente fez.

OP – Obviamente que vocês sabiam que aquele conteúdo era, e é, explosivo e provocaria um terremoto político em Brasília e na própria Operação Lava Jato. Vocês estavam preparados para esta repercussão, inclusive do ponto de vista jurídico?

Demori – A partir do momento em que a gente recebeu o material, e começou a avaliar o material, identificando a autenticidade dele, a gente entendeu que aquilo era algo muito grande e muito importante por se tratar de uma operação que, nos últimos anos, tomou conta do noticiário e mexeu muito com o cenário político, econômico e eleitoral. Uma operação que mexeu muito com a vida social do Brasil. Do emprego ao voto, foi isso que a Lava Jato fez, para o bem e para o mal. A gente sabia que aquilo teria impacto bastante relevante. Obviamente a gente se cercou de muitas precauções. O Intercept tem uma preocupação jurídica muito forte, porque a gente sabe que pode ser alvo de guerra jurídica. Estamos preparados para isso. Nossos advogados leram todas as matérias. Tínhamos muita preocupação de não usarmos palavras equivocadas e cometermos injustiças. E depois nós nos asseguramos de que o arquivo fosse resguardado num lugar seguro fora do País para que não sofresse tentativa de bloqueio de conteúdo, com o sequestro do arquivo. Ou que o arquivo fosse copiado, roubado ou caísse em mãos erradas, fazendo com que todas as informações que são privadas, de foro íntimo, que o Intercept não vai divulgar, causassem algum tipo de dano público à pessoa.

OP – A decisão de fazer a publicação seriada, ou por capítulos, se deve exclusivamente à extensão do conteúdo? Porque o País fica em suspenso aguardando as próximas revelações. Acha que isso cria um clima prejudicial ou é natural diante de uma tarefa desse tamanho?

Demori – A ideia é basicamente organizar a cobertura, não deixar que isso fique solto. A gente criou um sistema organizado, que as pessoas possam ter uma ideia de “timeline” também, que possam voltar e entender as histórias, que crie organização e não se perca nisso. A ideia de fazer desse jeito foi por causa disso.

OP – Quando receberam as informações, deve ter havido dúvida em relação à autenticidade do conteúdo. Nesse momento, vocês partiram para uma fase de checagem para saber se algumas informações correspondiam a atitudes e desdobramentos na Lava Jato?

Demori – A gente fez vários processos de checagem de autenticidade, um deles foi esse, de bater fases e datas que aconteceram na Operação Lava Jato na época. Para saber se o mundo real estava correspondido naquela massa gigantesca de chats e situações que seria impossível que alguém conseguisse fraudar aquilo com aquela riqueza de detalhes. Outra coisa: existe a voz de cada um dos personagens. A gente consegue identificar, é facilmente perceptível quem está conversando. E outra coisa é que não temos só chats, mas também áudios. Temos um monte de arquivos de áudios e vídeos. Centenas e centenas e centenas de áudios. Esses áudios não são falsificáveis. É impossível que alguém conseguisse falsificar, com a voz das pessoas envolvidas nesse processo, centenas e centenas. Eles estão ali para corroborar também a autenticidade. E, claro, tem a análise técnica. Existe uma forma de avaliar tecnicamente que esses arquivos têm uma autenticidade. Tanto garantimos, que quando as reportagens começaram a sair, nenhum dos envolvidos (ex-juiz, procurador e Lava Jato) colocou em dúvida a autenticidade do material. O atual ministro inclusive falou que não via nada de mais nas conversas. Não há dúvida em relação à autenticidade, e qualquer tentativa de voltar atrás nas opiniões é mero esforço de mudar a narrativa da história.

OP – Foi isso que o ministro e o procurador fizeram. Disseram que havia a possibilidade de que o hacker tenha feito enxertos ou adulterado uma ou outra declaração que estava contida ali. Acha que isso é uma mudança de narrativa de Moro e Dallagnol?

Demori – Eu vou responder com o que o ministro Sergio Moro falou, porque acho que mais claro do que isso é impossível. A gente colocou na nossa reportagem que ia deixar muito claro que o Intercept recebeu material muito antes de o ex-juiz declarar que seu celular tinha sido supostamente hackeado. Mesmo assim, quando Moro declara que seu celular foi hackeado, ele mesmo diz que nada foi subtraído do celular dele.

OP – Uma das consequências da divulgação das reportagens tem sido uma reação raivosa nas redes sociais. Como vocês avaliam os riscos, inclusive pessoais? Vocês têm recebido ameaças?

Demori – A redação do Intercept já recebe ameaças há bastante tempo. A gente trata de temas complexos. Basta lembrar que a gente fez uma grande cobertura do assassinato da vereadora Marielle Franco, fomos o primeiro veículo a apontar o envolvimento de milícias. Enfrentamos também um processo eleitoral bastante turbulento com ameaças constantes. A gente tem uma expertise nisso e estamos preparados.

OP – Que imagem surge da Lava Jato a partir do arquivo de vocês? Há uma fissura na imagem da força-tarefa?

Demori – O que dá pra saber até agora, pelas reportagens, é que a chave de leitura da Lava Jato mudou. E ela necessariamente precisa mudar. A partir das revelações que o Intercept trouxe, veem-se claramente muitas intenções por trás da operação que não estavam à luz do sol. Muita gente, antes do domingo passado, poderia ter convicções pessoais sobre a não isenção do ex-juiz Moro ou sobre exageros e passadas de linha dos métodos da força-tarefa, mas agora, à luz do que já foi publicado, percebe-se uma outra ótica de olhar a operação. Essa ótica é mais do mundo real, da vida real. Não é a ótica da linguagem burocrática, não é a ótica das entrevistas de paletó, não é a ótica dos microfones oficiais, não é a ótica das coletivas de imprensa. Agora temos uma ótica realmente de como operou a Lava Jato.

OP – É possível que haja outras menções a figuras do Judiciário ao longo dos próximos capítulos?

Demori – Para evitar especulações, a gente não pode falar. Não podemos. O que foi mostrado no programa do Reinaldo (Azevedo, na última quarta-feira) foi porque o ex-juiz Sergio Moro, que não contestou a autenticidade dos diálogos, disse que não via nada de mais naquele tipo de relacionamento. O que fiz foi trazer um trecho de pequeno diálogo entre Moro e Dallagnol citando um ministro do STF (Luiz Fux) para mostrar de novo para que a população julgue esse tipo de reação.

Famílias recebem 40 unidades habitacionais no assentamento Ivan Souto em Serra Talhada

Aconteceu neste domingo (16), a cerimônia de entrega das 40 unidades habitacionais do Projeto Nacional de Habitação Rural – PNHR, do Governo Federal, no Assentamento Ivan Souto, na comunidade do IPA, em Serra Talhada.

Desenvolvido pelo Ministério das Cidades, por meio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA, em parceria com a Prefeitura Municipal de Serra Talhada, Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural e Urbano Sustentável de Serra Talhada – CMDRUS, Sindicato dos Trabalhadores Rurais – STR e Associação Comunitária, o projeto de construção das moradias recebeu investimento de cerca de 1 milhão de reais. Além de apoiar o projeto, a Prefeitura Municipal realizou todo o serviço de terraplanagem no local.

Presente na cerimônia de inauguração, o Prefeito Luciano Duque comemorou a conquista das famílias rurais. “A conquista é fruto de reivindicações e da articulação do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Serra Talhada e da Associação de Moradores da comunidade junto ao INCRA, que realizou a construção das moradias, contando ainda com total apoio da Prefeitura, onde realizamos todo o serviço de terraplanagem no local. Uma conquista emocionante, são pessoas que deixaram a casa de taipa para morar com mais conforto em uma casa de alvenaria, com muito mais dignidade. E no que depender da gente vamos atrás de recursos para trazer melhorias à comunidade”, disse.

O evento contou com a presença do Prefeito Luciano Duque; do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Fabinho; da presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural e Urbano Sustentável de Serra Talhada – CMDRUS, Oneide Lima; do advogado da Federação dos Trabalhadores Rurais – FETAPE, Antônio Filho; dos vereadores Nailson Gomes, Rosimério de Cuca, Ronaldo de Dja, Vera Gama e Romero Sena; da presidente da Associação de Moradores da localidade, Michele; e dos secretários municipais José Pereira, de Agriculta e Recursos Hídricos, Márcia Conrado, de Saúde, e Cristiano Menezes, de Obras e Infraestrutura.

O Programa Nacional de Habitação Rural– PNHR foi criado pelo Governo Federal no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida, através da Lei 11.977/2009 e com a finalidade de possibilitar ao agricultor familiar, trabalhador rural e comunidades tradicionais o acesso à moradia digna no campo, seja construindo uma nova casa ou reformando, ampliando ou concluindo uma residência já existente.

 

Fonte: ASCOM

Protestos terminam com 19 presos

Polícia prende 19 manifestantes em SP durante protestos contra reforma da Previdência e cortes de verbas da Educação

G1

As manifestações contra a Reforma da Previdência e contra os cortes de verbas da Educação deixaram pelo menos 19 presos na cidade de São Paulo nesta sexta-feira (14). Parte do transporte público da cidade ficou paralisado em protesto contra o texto que muda as aposentadorias.

Dez pessoas (7 alunos e 3 funcionários) foram presas enquanto participavam de um protesto na Avenida Francisco Morato e são acusados de atear fogo em um carro. Eles foram encaminhados ao Deic. Eles passarão por uma audiência de custódia na manhã deste sábado (15) no Fórum da Barra Funda.

Um grupo de manifestantes é detido pela Polícia Militar na região da Consolação, após protesto realizado nesta sexta (14) — Foto: Glauco Araújo/G1

Outras nove pessoas foram presas por depredação de ônibus, furtos e desacato na região da Avenida Paulista durante a noite de sexta. As ocorrências foram registradas no 78º DP, nos Jardins.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, 23 manifestantes foram detidos em todo o estado. Além dos 19 da capital paulista, 4 pessoas foram detidas em Sorocaba após depredarem um micro-ônibus e ameaçarem o motorista. Os autores foram liberados após prestarem depoimento no 5º DP do município.

Na capital paulista, quatro linhas do metrô tinham operação parcial por volta das 6h. A circulação de ônibus e trens ocorria normalmente. Em Santo André, houve bloqueio com protesto na Avenida do Estado, que liga São Paulo ao ABC Paulista. Também houve um bloqueio com carro incendiado na Zona Oeste da capital, e policiais reagiram com bombas de efeito moral. Dezenas de bancos fecharam.

 

Gasolina, diesel e etanol recuam, diz ANP; diesel também cai

G1

Os preços da gasolina e do etanol fecharam a semana com recuo médio de cerca de 0,8% nos postos em relação à semana anterior, mostraram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (14), enquanto as cotações do diesel também caíram.

O movimento segue-se ao anúncio pela estatal Petrobras de cortes nos preços tanto do diesel quanto da gasolina em suas refinarias na semana, em momento de retração dos valores do petróleo no mercado internacional devido a temores de uma desaceleração econômica global.

Os preços do petróleo subiram na quinta e na sexta-feira, após ataques a navios-tanque no Golfo de Omã que levantaram preocupações com um potencial impacto sobre a oferta, mas ainda fecharam a semana com recuo devido à deterioração das perspectivas econômicas.

Em meio a esse cenário, a Petrobras anunciou na quarta-feira uma redução de 4,6% no preço médio do diesel, válido a partir de quinta-feira, além do fim de uma política que previa periodicidade fixa nos reajustes. Na segunda-feira, a petroleira estatal já havia anunciado corte de cerca de 3% no preço médio da gasolina, com vigência a partir da terça-feira.

O recuo nas bombas, no entanto, foi bem menor- a gasolina recuou 0,82%, segundo os dados da ANP, para em média R$ 4,483 por litro. Já o diesel, combustível mais consumido do Brasil, caiu em média 0,49%, para R$ 3,627 por litro. O etanol, concorrente direto da gasolina nos postos, viu o preço médio baixar 0,8%, para R$ 2,836 por litro.

O repasse dos reajustes da Petrobras aos consumidores depende de distribuidores, revendedores e impostos, além da mistura obrigatória de etanol anidro na composição da gasolina vendida nos postos, segundo a companhia.

Mega-Sena pode pagar R$ 115 milhões neste sábado

Apostas podem ser feitas até as 19h, em lotéricas ou pela internet.

O concurso 2.160 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 115 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (15) em São Paulo (SP).

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Secretaria de Infraestrutura diz que etapa Pajeú do “Caminhos de Pernambuco” começa segunda

A Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos (Seinfra-PE) reforça que o Programa Caminhos de Pernambuco, lançado no dia 20 de maio, trata de um trabalho permanente com foco na reestruturação da malha viária e que conta com um cronograma de ações que vai abranger todo o Estado em menos de um mês. O início das intervenções na região de Sertânia já estava programado para a próxima segunda-feira (17/6), a partir das PEs 275 e 360.

As rodovias receberão serviços de capinação, desobstrução de dispositivos de drenagem e recuperação asfáltica. Na PE-275, o trecho a ser contemplado vai da entrada da PE-264 (Grossos) até a divisa com a Paraíba. Já o trabalho na PE-360 será realizado a partir da Entrada da BR-110 até a Entrada para a BR-316, em Floresta.

Todo o detalhamento sobre a mobilização gradativa das equipes foi apresentando durante o evento de lançamento do Programa. Neste sentido, o trabalho começou pela BR-232 e foi avançando para cada uma das oito regionais, de acordo com a classificação estabelecida pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Até o momento, sete regionais já foram contempladas, restando apenas a quinta, que corresponde justamente a de Sertânia.

Estão em andamento serviços de manutenção nas seguintes rodovias: BR-232 (Recife-Caruaru); PE-15 (Olinda-Paulista); PE-60 (Cabo de Santo Agostinho); PE-90 (Carpina); PE-106 (Surubim); PE-109 (Bonito); PE-149 (Agrestina); PE-73 (Gameleira); PE-430 (São José do Belmonte); PE-507 (Serrita-Ipueira); PE-177 (Quipapá-Garanhuns); PE-626 (Petrolina) e PE-647 (Petrolina).

Vale ressaltar que, dentro do possível, houve a antecipação dos serviços, no sentido de dar celeridade à ação, a exemplo do que ocorreu nas regionais de Salgueiro, Caruaru e Carpina. A Seinfra reitera, ainda, que conta com recursos garantidos por parte do Governo do Estado e que todos os 5,5 mil quilômetros de rodovias que cortam Pernambuco serão contemplados pelo Programa.

Ajude atleta sertaneja a ir à Copa da Itália

Blog do Magno

Minha conterrânea de Afogados da Ingazeira, a jogadora profissional do Sport Thayslane Ferreira, 21 anos, foi convocada para participar do Mundial de Futebol Universitário Feminino, marcado entre 3 a 11 de julho, em Nápoles, na Itália.

Ela foi a única nordestina convocada, mas o Comitê organizador da competição não cobre as despesas do Recife até Porto Alegre, ponto de partida para a Itália.

Para arrecadar em torno de R$ 3 mil, valor estimado para as despesas, Thayslane lançou uma campanha pela internet, através do Instagram – Thayslane_gomes – e o Facebook – Thayslane Gomes.

Para quem quiser colaborar através de depósito em conta, segue a conta: banco CEF – agência 1433, operação 013, conta 23569-4. O blog está à frente desta campanha para ajudar a atleta e vê-la brilhar na Itália. Ajude! Ela só arrecadou até agora R$ 530. Thayslane esteve hoje no Frente a Frente.

 

 

Carnaval das Caretas 2019