Daily Archives: 1 de agosto de 2018

Setor de serviços e comércio criaram 75% das vagas de trabalho intermitente e parcial após reforma trabalhista

Desde a entrada em vigor da reforma trabalhista, o setor de serviços e o comércio foram responsáveis por mais de 75% das vagas criadas nas modalidades de trabalho intermitente e regime parcial. É o que mostra levantamento feito pelo G1 com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho (MTE).

Os números apontam ainda que a criação de vagas nas novas modalidades regularizadas pela reforma representam cerca de 7% do total de 392 mil postos abertos no país neste ano – abaixo da previsão inicial do governo, que tinha a expectativa de que a reforma criasse dois milhões de empregos em 3 anos.

O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado. Já o regime de trabalho parcial é aquele em que o empregado tem até 30 horas semanais de serviço contratado.

Criação de vagas de trabalho intermitente e parcial
De novembro de 2017 a junho de 2018
Serviços: 15.972Comércio: 10.629Construção Civil: 3.601Indústria: 4.146Agricultura: 790Administração Pública: 152Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP): 60Extrativa mineral: 58
Fonte: Caged

De novembro de 2017, quando a reforma entrou em vigor, até junho de 2018, foram criadas 35 mil vagas de trabalho nessas duas modalidades – sendo 26 mil concentradas no setor de serviços e no comércio. Já o setor da indústria criou 4,1 mil vagas (11%), enquanto a construção abriu 3,6 mil (10%).

Isoladamente, o setor de serviços lidera a criação de postos intermitentes e em regime parcial. No período analisado, o setor criou 8,5 mil vagas de trabalho intermitente e 7,4 mil em regime parcial. O número significa que, de todas as vagas criadas nessas duas modalidades de trabalho, 45% foram no setor de serviços.

Já o comércio, sozinho, representa uma fatia de 30% do total de vagas de trabalho intermitente e em regime parcial criadas desde a reforma trabalhista.

Funções que mais abrem postos

Entre as funções que criam vagas de trabalho intermitente, as que apareceram com mais frequência nos dados mais recentes do Caged, de junho, foram:

  • assistente de vendas
  • recepcionista
  • alimentador de linha de produção
  • servente de obras
  • garçom
  • cozinheiro
  • faxineiro
  • pedreiro
  • carregador
  • vigilante

Já no regime de trabalho parcial, as funções mais comuns foram:

  • vendedor de comércio
  • assistente administrativo
  • repositor de mercadorias
  • operador de caixa
  • auxiliar de escritório
  • faxineiro
  • operador de telemarketing
  • recepcionista
  • motorista de ônibus
  • embalador
Comércio está entre os setores que mais contratam na modalidade de trabalho intermitente (Foto: Reprodução/EPTV)

Comércio está entre os setores que mais contratam na modalidade de trabalho intermitente (Foto: Reprodução/EPTV)

O MTE também aponta que os profissionais com ensino médio são maioria entre os que aceitam uma vaga de trabalho intermitente. Em junho, 77% das vagas nessa modalidade foram preenchidas por pessoas com esse nível de escolaridade. Já no trabalho em regime parcial, foram 60% das vagas.

Vagas das novas modalidades são menos de 10% do total

Desde a entrada em vigor da reforma trabalhista, o país já teve a criação de cerca de 35 mil vagas de trabalho intermitente e em regime parcial. Dessas, aproximadamente 30 mil foram criadas em 2018. O número representa 7% do total de 392 mil vagas criadas no país de janeiro a junho.

Além disso, o número de vagas criadas por mês ainda está abaixo da previsão feita pelo governo quando a reforma foi aprovada.

A estimativa era que, com as novas regras, seriam criadas 55 mil vagas por mês considerando apenas o trabalho intermitente.

O economista Thiago Xavier, da Tendências Consultoria, diz que já era esperado que o impacto da reforma sobre o saldo de vagas de emprego no Brasil não seria imediato, apontando que as novas regras não bastam para que o mercado de trabalho se recupere.

Fonte: G1 – Globo

Armando chega à convenção mais forte e com palanque maior

A lista de ex-governadores que apoiam Armando começa pelo próprio Mendonça, Roberto Magalhães (DEM, 1983-1986), Gustavo Krause (DEM, 1986), Joaquim Francisco (PSDB, 1991-1994) e João Lyra (2014)

Assessoria de imprensa / Foto: Fotos: PTB/Divulgação

Apoio de 12 partidos, cinco ex-governadores, metade dos dez maiores colégios eleitorais de Pernambuco.  Após quatro anos, o pré-candidato ao governo do Estado pela frente de oposição “Pernambuco Vai Mudar”, senador Armando Monteiro (PTB), chega à convenção que vai oficializar seu nome na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas, no próximo sábado 4, no Classic Hall, em Olinda, com um palanque muito mais forte.

A partir dos seus companheiros de chapa para o Senado, os deputados federais Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM). Ambos ostentam um currículo extenso, com passagens pela Assembleia Legislativa e Câmara Federal. Além de terem sido ministros – Mendonça, da Educação, e Bruno, das Cidades -, com atuações em benefício do Brasil e, em especial, de Pernambuco, com centenas de ações concretas por todo o País.

A lista de ex-governadores que apoiam Armando começa pelo próprio Mendonça. Junto ao ex-ministro da Educação, formam um time que alia experiência e serviços prestados ao Estado: Roberto Magalhães (DEM, 1983-1986), Gustavo Krause (DEM, 1986), Joaquim Francisco (PSDB, 1991-1994) e João Lyra (2014). “São pessoas que nos inspiram. Com esse time ao nosso lado, temos exemplos de como dar a Pernambuco o protagonismo que o Estado perdeu de 2015 para cá”, salienta Armando Monteiro.

“Armando está mais forte agora, na atual conjuntura. Nossa participação como ex-governadores é no sentido de ajudar. Não tenho dúvida de que ele estará no segundo turno”, avalia o ex-governador Roberto Magalhães. “Essa aliança traz um somatório de experiências positivas que, na figura de Armando, honra as tradições pernambucanas”, completa  Joaquim Francisco.

A coligação que dá sustentação a Armando nesta eleição está mais robusta. Conta com 12 partidos: além de PTB, PSDB e DEM, estão juntos no projeto de mudança que a aliança propõe legendas como PSC, PRB, Podemos, PV, PRTB, PSDC, PSL, PHS e PPS. Destes partidos,  nove integravam a Frente Popular na eleição de 2014. “É a maior frente de oposição da história de Pernambuco. A proposta de Armando está em sintonia com o da população, principalmente os segmentos mais sofridos, que vivem esta precariedade de serviços providos pelo governo do Estado. Armando é o legítimo representante desse sentimento de mudança”, reforça o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB).

Outro dado importante é a força do apoio dos prefeitos de metade dos dez maiores colégios eleitorais de Pernambuco: Anderson Ferreira (Jaboatão dos Guararapes), Raquel Lyra (Caruaru), Miguel Coelho (Petrolina), Demóstenes Meira (Camaragibe) e Izaías Régis
(Garanhuns). “Podemos atribuir esse crescimento a dois fatores: a falta de liderança do governador Paulo Câmara e o desgaste do seu governo e o trabalho desenvolvido por Armando e o que ele representa”, destaca o deputado estadual e presidente estadual do PTB, José Humberto Vasconcelos.

 

Fonte: Blog do Roberto Araripina