Daily Archives: 12 de junho de 2018

Liderança de Ingazeira reafirma apoio ao deputado José Humberto

Em reunião realizada na tarde de ontem (11), em seu gabinete, na Assembleia Legislativa, o deputado estadual José Humberto (PTB) recebeu a visita de Mário Viana, principal liderança da oposição em Ingazeira, município localizado no sertão do Pajeú.

O encontro serviu para que o deputado e Mário Viana discutissem assuntos relacionados ao desenvolvimento do município e renovassem a parceria política para as eleições deste ano. “Sempre tenho apresentado as demandas de Ingazeira ao deputado José Humberto, este, por sua vez, tem sido um verdadeiro representante do município na Assembleia Legislativa. Por esta razão não poderia deixar de reiterar o meu compromisso de votar com ele nas próximas eleições”, destacou Mário.

Em Ingazeira o deputado conseguiu construir uma sólida base de apoio à sua reeleição. Além de Mário Viana o grupo conta com a ex-vice-prefeita Beta de Santa Rosa e os vereadores Admilson Veras, Aglailson Nobre e Dorneles Alencar.

Entre as ações viabilizadas por José Humberto para o município consta a destinação de recursos por meio de emenda parlamentar para a aquisição de uma ambulância que deverá ser entregue em breve para a comunidade de Santa Rosa, além de indicações cobrando o reforço da segurança, fortalecimento da agricultura, perfuração de poços e ampliação do sinal de telefonia celular.

 

Fonte: Nill Júnior

Trump e Kim Jong Un trocam aperto de mãos histórico; veja fotos

O presidente americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, fizeram história na manhã desta terça-feira (noite de segunda no Brasil), como os primeiros líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte a se reunir.

Os dois caminharam um em direção ao outro e trocaram o aperto de mãos em um luxuoso hotel de Singapura, antes de participarem de uma série de reuniões com ramificações para todo o mundo.

Em uma rápida declaração aos jornalistas, Trump previu uma “relação fantástica” com Kim Jong Un. “Nós vamos ter um ótimo relacionamento, eu não tenho dúvida”.

Kim destacou que seu país e os Estados Unidos superaram muitas dificuldades de uma história difícil para realizar a cúpula em Singapura. “O caminho para chegar até aqui não foi fácil. Os velhos preconceitos e práticas funcionaram como obstáculos no nosso caminho, mas superamos todos eles e estamos aqui hoje”.

Os dois homens, de trajetórias e estilos radicalmente diferentes e com mais de 30 anos de diferença, conversaram cara a cara, com o auxílio de seus intérpretes, durante 48 minutos. Em seguida, iniciaram uma reunião com suas respectivas equipes, antes de um almoço de trabalho após o qual será concluída a cúpula histórica.

Apesar da espetacular aproximação diplomática dos últimos meses, persistem muitas dúvidas sobre a cúpula entre os dois dirigentes. Trump, que tem pouco mais de 500 dias na Casa Branca, vive um dos momentos mais importantes de sua Presidência no cenário internacional, onde tem desagradado muitos líderes, inclusive alguns dos aliados dos Estados Unidos.

Em uma série de tuítes postados horas antes do evento em Singapura, Trump indicou que os preparativos do encontro “iam bem”. “Em breve todos saberemos se pode haver ou não um acordo real, diferentemente dos do passado”, tuitou, antes de atacar em outra mensagem os “haters e perdedores” que consideram uma concessão arriscada a Kim, com quem o presidente americano trocou ameaças e insultos durante meses.

A desenvoltura de Kim

Kim Jong Un, que até este ano não havia realizado nenhuma visita oficial ao exterior, aparentou desenvoltura diante das câmeras durante seu encontro com o premiê singapuriano.

Na noite de segunda-feira, o líder norte-coreano, que chefia um dos países mais fechados do mundo, desfrutou de um passeio em Singapura e visitou, visivelmente encantando, os locais turísticos mais emblemáticos da cidade.

Como os dois líderes vão se falar? Donald Trump será tão efusivo quanto pode ser com seus colegas das grandes potências? Quanto tempo o encontro vai durar? Perguntas para as quais aguardam resposta os cerca de 5.000 jornalistas que, segundo o governo americano, viajaram a Singapura para cobrir a cúpula.

O arsenal nuclear norte-coreano, que provocou uma série de sanções da ONU ao longo dos últimos anos, será a questão central das conversações.

O chefe da diplomacia americana, Mike Pompeo, que se reuniu duas vezes com Kim Jong Un em pouco tempo, assegurou na segunda que as conversas entre Washington e Pyongyang haviam avançado rapidamente nos últimos encontros e se disse “muito otimista sobre as possibilidades de sucesso”.

Pompeo afirmou que os Estados Unidos estavam dispostos a aportar à Coreia do Norte “garantias de segurança únicas, diferentes” das propostas feitas até agora, em troca de uma desnuclearização “completa, comprovável e irreversível”.

A Coreia do Norte, que multiplicou desde 2006 os testes nucleares e balísticos, se declarou favorável à desnuclearização, embora nunca tenha entrado em detalhes sobre a forma de realizá-la.

“Desde o primeiro momento”
Trump, que costuma se vangloriar de sua capacidade de negociação e de seu instinto, assegura que saberá “desde o primeiro minuto” de seu encontro com o líder norte-coreano se ele estará disposto a avançar.

A incógnita agora é saber se, apesar dos preparativos caóticos e dos sinais às vezes contraditórios enviados pelo governo Trump, o atípico presidente americano conseguirá o que nenhum de seus antecessores conseguiu.

Analistas e historiadores acreditam haver uma possibilidade, mas lembram que o regime de Pyongyang tem um histórico de promessas descumpridas. Em 1994 e em 2005 foram fechados acordos nunca aplicados.

“Trump provavelmente cantará vitória seja qual for o resultado da cúpula, mas a desnuclearização da península coreana é um processo que vai levar anos”, avalia Kelsey Davenport, da Arms Control Association. A “verdadeira prova” será “a adoção ou não pela Coreia do Norte de medidas concretas para reduzir a ameaça que representam suas armas nucleares”.

O chefe da diplomacia americana garante, no entanto, que a situação é totalmente diferente desta vez e que o encontro dará frutos.”Só há dois homens que podem tomar decisões de tamanha importância. Estes dois homens estarão sentados na mesma sala”, afirmou Pompeo na véspera da cúpula.

Por: AFP

Empatada disputa para governo de Pernambuco diz o Diário de Pernambuco

 

A pesquisa estimulada de primeiro turno para governador de Pernambuco apresenta um empate técnico entre os três primeiros pré-candidatos, Paulo Câmara, Marília Arraes e Armando Monteiro. O governador, do PSB, vem em primeiro lugar, com 20%, seguido da candidata do PT, com 17%, e do candidato do PTB, com 14%. Os demais pré-candidatos simulados na pesquisa, Júlio Lóssio, Danielle Portela e Coronel Meira, apareceram cada um com 2%, 2% e 1%, respectivamente. É o que mostra a pesquisa Datamétrica sobre as eleições deste ano, realizada entre 8 e 9 de junho.

Em um segundo exercício, especulou-se o cenário em que Marília Arraes não seria candidata. Mantém-se um empate técnico, mais uma vez com Paulo Câmara em primeiro lugar e, neste quadro, com 23%. O candidato do PTB aparece em segundo com 19%. Os demais três incluídos permanecem nas posições do outro cenário.

Sobre a migração de votos de Marília: ao suprimir o nome dela na simulação de primeiro turno, metade dos seus eleitores não migra para ninguém, enquanto a outra metade se divide entre Armando Monteiro e Paulo Câmara, com preferência pelo senador. Dos que disseram que votariam nela, 49% responderam que anulariam seu voto, votariam em branco ou não votariam em ninguém. Armando Monteiro beneficia-se com a migração de 20% dos votos dela e Paulo Câmara com 13%.

Na simulação espontânea, em que o respondente não tem acesso aos nomes dos pré-candidatos, todos os três candidatos aparecem com muito menos menção: Paulo Câmara com 12%, Marília Arraes com 8% e Armando Monteiro com 4%. Na sequência, Júlio Lóssio foi lembrado por 2%, Coronel Meira por 1%, Danielle Portela por 1%.

Em cenários de segundo turno, exercitando as possibilidades entre os três principais pré-candidatos, Marília venceria Armando por 29% a 20%, portanto fora da margem de erro – que é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos. Marília venceria Paulo com 28% contra 27%, o que constitui um empate técnico. Paulo venceria Armando com 28% contra 24%, novamente configurando empate técnico.

SEGUNDO TURNO
Em eventual segundo turno entre o governador e Armando, a migração do voto de primeiro turno de Marília é maior para o pré-candidato do PTB do que para o pré-candidato do PSB. Em cenário entre Marília e Paulo, o eleitor de Armando beneficia mais Marília do que Paulo: 44% preferem Marília, enquanto 24% preferem Paulo. Na hipótese de sair Paulo, seus votos se distribuem mais em favor de Marília: 31% migrariam para a candidata do PT e 19% para Armando. A frequência de eleitores de Marília que, diante de um cenário de segundo turno sem ela, disseram que não votariam em ninguém, chama a atenção. São 53% de eleitores que de alguma forma não votariam em nenhum dos dois candidatos.

“Estes não são resultados óbvios. Eles mostram que o eleitorado está mergulhado em motivações ideológicas e de insatisfação com a gestão que precisarão ser desvendadas por qualquer um que pretenda fazer prognósticos eleitorais este ano”, diz a sócia-diretora da Datamétrica, Analice Amazonas.
Apesar dos cenários de empate técnico que se repetem ao longo da pesquisa, o pernambucano tem a expectativa de que Paulo será reeleito governador. 26% assim afirmaram, enquanto 12% apostam em Marília e outros 11% em Armando. Chama a atenção o fato de que 47% dos entrevistados preferem não fazer prognósticos.

Dentre os três nomes mais fortes na disputa, o governador hoje é o mais conhecido: 49% consideram conhecê-lo bem, e outros 44% o conhecem de ouvir falar. Natural para um governador em seu quarto ano de mandato.

Armando Monteiro e Marília Arraes têm graus de conhecimento semelhantes, mas com o senador ligeiramente mais conhecido: 23% consideram conhecê-lo bem e 54% de ouvir falar. No caso de Marília, 20% dizem conhecê-la bem e outros 51% de ouvir falar. Marília, dos três, é a única novata em disputas majoritárias e recente na política. Portanto, a que tem mais potencial de crescimento derivado do aumento de conhecimento que ocorrerá na campanha.

Armando ressalta prestígio de Lula em Pernambuco e critica PSB

Ungido pelo bloco oposicionista para disputar o Governo de Pernambuco, neste ano, o senador Armando Monteiro (PTB) sabe que o ex-presidente Lula ainda detém a fidelidade de grande parte do eleitorado no estado. Por isso, no evento que anunciou sua pré-candidatura, nesta segunda (11), fez questão de enaltecer a trajetória do petista e criticar os adversários do PSB que recentemente “descartaram alianças com o presidente Lula” e agora buscam apoio eleitoral do PT. Para o petebista, estar ao lado de figuras como o deputado Mendonça Filho (DEM), que tentará uma vaga no Senado pelo grupo e foi ministro do governo Michel Temer (MDB), não prejudica a imagem da chapa.

“Sempre entendemos que Lula é alguém que tem um grande prestígio em Pernambuco. Não só nessa eleição, mas em todas as eleições mais recentes. O povo reconhece que ele fez muito por Pernambuco. Então não há como desconhecer essa realidade. Mas o que estamos discutindo nesse momento é Pernambuco. Um novo caminho para o estado”, colocou Armando, durante entrevista à imprensa, após o evento oposicionista, realizado no Hotel Bugan, em Boa Viagem.

Na sua opinião, o PSB também terá que explicar, durante a campanha, como se posicionou contra os governos petistas, como no momento do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016, e agora busca fechar uma aliança com o partido, para fortalecer a chapa governista. “Precisamos lembrar que tem algumas forças que agora procuram o presidente Lula e que há pouco tempo descartaram alianças com o presidente Lula e com o PT. Nós não fazemos alianças ocasionais. Não fazemos alianças oportunísticas. Portanto, o povo vai entender qual dos palanques tem mais coerência, mais consistência. Agora sempre reconheci e sempre homenageei e continuarei homenageando a figura de Lula”, afirmou.

Questionado sobre a presença de Mendonça Filho na chapa oposicionista, disse que, apesar das origens distintas, possuem a “lealdade” como característica comum. “O que nos reúne é Pernambuco. Temos origens políticas distintas. Mas me sinto em muito boa companhia ao lado de Mendonça. Pela sua marca. Estive com Lula e Dilma até a última hora. Eu e Mendonça temos algo em comum, que é a lealdade. Portanto ele entende a minha circunstância e eu a dele. O importante agora é que possamos juntos olhar para frente”, argumentou.

Por: Daniel Leite

Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco